Notícias
- Artigo Secundário 1
A Cooperfrigu, em parceria com o Sescoop-TO, realizou, nos dias 28 e 29 de abril de 2026, um curso de oratória direcionado aos seus líderes. A iniciativa teve como objetivo aprimorar a comunicação, ampliar a confiança e fortalecer a capacidade de engajamento das equipes no dia a dia.
Com abordagem prática e conteúdos aplicáveis à rotina profissional, o treinamento contribuiu para o desenvolvimento de uma comunicação mais clara, assertiva e estratégica, competências fundamentais para lideranças orientadas a resultados.
A ação reforça o compromisso da cooperativa com a evolução contínua de seus profissionais, evidenciando a importância do investimento em pessoas como caminho para alcançar resultados sustentáveis.
Na Cooperfrigu, o desenvolvimento das pessoas é considerado um fator essencial para o crescimento da organização. A capacitação contínua dos colaboradores integra a estratégia da cooperativa, contribuindo para a construção de um futuro mais sólido e competitivo.
- Artigo Secundário 1
O Sistema OCB participou, nesta terça-feira (28), da 9ª Reunião da Rede de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) - Embrapa, um dos principais fóruns técnicos de discussão sobre gestão de riscos agropecuários no país. O coordenador do Ramo Agropecuário do Sistema OCB, Rodolfo Jordão, integrou a abertura do evento ao lado da presidente da Embrapa, de representantes do Banco Central e da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura.
Rodolfo também apresentou um painel técnico em que destacou a contribuição do cooperativismo para a estruturação de instrumentos mais eficientes de mitigação de riscos no campo. A capilaridade e a relevância econômica das cooperativas no Brasil, presentes em todos os elos do agronegócio e responsáveis por parcela significativa da produção nacional de alimentos foi um dos pontos abordados.
Segundo ele, esse alcance torna o cooperativismo um agente estratégico na disseminação de práticas de prevenção e no fortalecimento da resiliência dos produtores rurais. “O cooperativismo atua como instrumento de resiliência e diluição de riscos, garantindo estabilidade no crescimento, manutenção de margens e proteção para os cooperados”, afirmou.
O coordenador também falou sobre a necessidade de maior integração entre políticas públicas voltadas ao setor, como o Proagro, o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e o crédito rural. “Nesse processo, o ZARC deve ocupar posição estratégica”.
Para ele, o ZARC merece ser consolidado como uma ferramenta orientadora, capaz de conectar os diferentes instrumentos e incentivar uma abordagem mais preventiva na gestão de riscos. “A primeira camada de proteção deve ser a prevenção, por meio da orientação técnica. Diferentemente do seguro e do Proagro, que atuam após o evento, o ZARC tem potencial para reduzir perdas antes que elas ocorram”, explicou.
Outro destaque foi o avanço do ZARC com níveis de manejo, apontado como próximo passo na evolução da política. O coordenador observou que o desafio está na ampliação de escala e na viabilidade econômica da ferramenta, atualmente em fase piloto em estados como Paraná e Rio Grande do Sul.
A apresentação também evidenciou o papel das cooperativas na assistência técnica e extensão rural (ATER), consideradas essenciais para levar conhecimento, inovação e práticas sustentáveis aos produtores, especialmente para pequenos e médios , em que a atuação cooperativista contribui para reduzir custos, aumentar produtividade e garantir maior segurança à atividade. “Cooperativas são meio de acesso à assistência técnica qualificada, funcionam como estruturas de confiança e ampliam a competitividade dos produtores”, completou.
Fonte: Sistema OCB Nacional
- Artigo Secundário 1
Idealizado pelo ex-presidente e um dos fundadores da Unimed Araguaína, Luiz Carlos de Oliveira e mantido pelo atual presidente Renato Azevedo, que reconheceu a relevância do apoio ao projeto, o Coral UniCanto já faz parte da vida cultural da cidade. O coral, que nasceu para promover o desenvolvimento social e aproximar crianças por meio da música, completa 14 anos em 2026 com muita história para contar e cantar.
Voltado inicialmente para crianças, o UniCanto logo atraiu a atenção de outros públicos e abriu as portas também para jovens e adultos, pessoas de todas as idades unidas pelo encanto pela música.
Com o patrocínio também da Sicoob UniCentro BR, parceira da Unimed Araguaína na iniciativa, o coral ganha força a cada ano. Sob a regência de Fábio Milhomem, um apaixonado por música formado pela UNB, o UniCanto segue proporcionando à comunidade de Araguaína o acesso gratuito ao universo do canto.
Nas aulas, os participantes aprendem a cuidar e a soltar a voz, estudam estruturação musical, construção de repertório e prática coral, e, periodicamente, o grupo se apresenta para a comunidade.
Em 2025, foram quase 40 apresentações que encantaram a plateia e confirmaram que a aposta da Unimed Araguaína na cultura, música e formação de novos talentos deu certo. Para a Unimed Araguaína é um orgulho acompanhar o crescimento deste projeto cultural e social.
Atualmente, o Coral UniCanto conta com 42 integrantes, sendo 25 adultos e 17 crianças, e as vagas estão abertas para novos interessados.
Quem quiser participar pode entrar em contato pelo telefone (63) 99243-7336. Os ensaios acontecem às terças-feiras, no auditório do Colégio Adventista, às 18h para crianças de 7 a 13 anos e às 19h para jovens e adultos.
Clique e confira o mais recente clip do Coral UniCanto: https://www.youtube.com/watch?v=6rXJpSy4utA
Créditos: Coral UniCanto Araguaína
- Artigo Secundário 1
O Programa Cooperar da Cooperfrigu, com apoio do Sistema FIETO, SESI e SENAI, aplicou doses da vacina influenza tetravalente, que protege contra dois tipos de vírus influenza A e dois tipos de influenza B, oferecendo maior cobertura imunológica em comparação com a trivalente, conforme recomendação do Ministério da Saúde.
Importância da imunização no contexto atual
A gripe segue circulante no Brasil, com 1.198 casos e 128 mortes até março de 2026, segundo boletim do Ministério da Saúde. Em Tocantins, campanhas nacionais priorizam grupos de risco, mas ações empresariais complementam o esforço público em ambientes laborais.
A iniciativa corta absenteísmo e custos com internações. Estudos do SESI mostram redução de até 40% nas licenças por gripe em programas corporativos.
A medida beneficia diretamente os funcionários, reduzindo absenteísmo e custos com internações. Estudos do SESI indicam que programas corporativos de vacinação cortam em até 40% as licenças por gripe.
Responsabilidade social corporativa
A Cooperfrigu demonstra responsabilidade social ao investir na imunização anual. Essa medida salvaguarda colaboradores e apoia o controle epidemiológico em Tocantins, inspirando outras indústrias a fortalecer a rede de proteção coletiva à saúde.
Créditos: Cooperfrigu
- Artigo Secundário 1
Em reunião realizada na última segunda-feira, 13, o Comitê Feminino da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA) elegeu sua nova coordenação para o período 2026/2028, que será composta por Juliana Sá, Thaina Sleutjes, Priscilla Nunes e Amanda Noleto. As funções específicas de cada integrante serão detalhadas em uma próxima reunião, mas o foco já está definido: fortalecer a presença feminina no agronegócio e na gestão cooperativista.
O encontro também serviu para traçar o cronograma de atividades de 2026. A agenda está repleta de ações estratégicas voltadas para cooperadas, familiares e colaboradores. Entre os destaques estão palestras técnicas sobre temas importantes para o setor, como reforma tributária, sucessão familiar, gestão rural e mercado de grãos, realizadas em parceria com consultorias renomadas como Safras e Cifras, além do suporte de profissionais da própria cooperativa.
O calendário também aposta na integração e na transparência. O projeto "COAPA de Portas Abertas" permitirá que os associados conheçam de perto as unidades da cooperativa em visitas programadas. No campo social, a tradicional festa junina segue confirmada como ponto de encontro da comunidade.
Segundo a coordenação, o objetivo central é atrair mulheres que, embora inseridas no contexto da cooperativa, ainda buscam maior domínio técnico sobre o agronegócio. Criado em 2023, o Comitê conta hoje com 25 integrantes (entre cooperadas, esposas e filhas de sócios) e se destaca pela flexibilidade, adaptando suas atividades à rotina das mulheres do campo. Mais do que um grupo de trabalho, o comitê se consolida como um espaço de empoderamento, troca de experiências e construção de um ambiente cooperativista mais inclusivo.
Destaques do Planejamento 2026
- Capacitação: Foco em sucessão e mercado com parceiros técnicos.
- Transparência: Visitas guiadas às unidades da cooperativa.
- Engajamento: Atividades flexíveis para garantir a participação das mulheres.
- Integração: Eventos sociais para fortalecer o vínculo comunitário.
Créditos: COAPA
- Artigo Secundário 1
No ano em que comemora dez anos no Tocantins, a Frísia Cooperativa Agroindustrial anuncia a construção de um novo entreposto no estado, no município de Pium, como parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento da atuação no estado. O projeto prevê investimento de aproximadamente R$ 100 milhões e geração de cerca de 20 empregos diretos após o início das operações, além de mobilizar mais de 200 trabalhadores durante o período de obras.
A construção da unidade está prevista para começar em junho de 2026, com conclusão estimada para janeiro de 2028. A estrutura foi planejada para atender o crescimento da produção agrícola na região e ampliar o suporte aos cooperados.
A decisão de investir no novo entreposto foi resultado de um processo de análise estratégica e da expansão da atividade agrícola na região. “Mesmo diante de um cenário desafiador, a cooperativa segue crescendo no Tocantins. A região de Pium é uma das que mais têm se desenvolvido nos últimos anos e, após três anos de estudos aprofundados, decidimos realizar esse investimento para atender às necessidades dos cooperados”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Frísia, Geraldo Slob.
O novo entreposto tem capacidade operacional prevista de recepção de até 600 toneladas por hora, linha de beneficiamento de 240 toneladas por hora e armazenagem total de 42 mil toneladas de grãos. A unidade também terá um armazém para insumos.
Segundo o gerente-executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, a escolha de Pium como sede da nova unidade levou em conta o potencial produtivo da região e a presença crescente de cooperados. “Trata-se de uma região bastante próspera, com alto potencial agrícola e uma área já consolidada de produção de nossos cooperados”, explica.
Crescimento
O investimento também está alinhado ao planejamento estratégico da cooperativa para os próximos anos. “Dentro do nosso ciclo de planejamento estratégico, que vai de 2025 a 2030, temos como meta crescer no Tocantins de forma sustentável e agregar valor ao negócio dos cooperados. Esse entreposto vai ao encontro desse objetivo”, destaca o gerente-executivo.
Para os produtores, a nova estrutura vai trazer ganhos logísticos e operacionais importantes. “Na prática, o cooperado terá maior agilidade na recepção e no beneficiamento de grãos, economia com fretes e mais proximidade no acesso a insumos, além de segurança no abastecimento”, completa Cavazotti.
A área cultivada de soja no Tocantins saltou de 14,7 mil hectares da safra 2020/2021 para 40,4 mil hectares na de 2024/2025, com produtividade média de 3.771 kg/ha na última safra, acima das 3.057 kg/ha de 20/21.
A Frísia está presente no Tocantins desde 2016, completando, em 2026, uma década de atuação no estado. Atualmente, a cooperativa conta com 110 cooperados e 60 colaboradores na região, com unidades em Paraíso do Tocantins e Dois Irmãos do Tocantins, além de um escritório administrativo em Palmas.
Nos últimos anos, a cooperativa vem realizando diversos investimentos em suas unidades, com o objetivo de acompanhar o crescimento da produção agrícola na região.
Sobre a Cooperativa Frísia
Com 100 anos de história, a Frísia Cooperativa Agroindustrial é a mais antiga cooperativa de produção do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Sua trajetória se confunde com a do cooperativismo brasileiro, em que a união, o trabalho e a organização promovem resultados sustentáveis para cooperados, colaboradores, parceiros e sociedade, sempre aplicando os sete princípios cooperativistas. A Frísia nasceu em Carambeí (PR), em 1925, como Sociedade Cooperativa Hollandeza de Laticínios, onde está localizada a matriz. Atualmente, está presente em 12 municípios dos Campos Gerais paranaense e possui unidades em três cidades do Tocantins, estado onde começou as atividades em 2016. São mais de mil cooperados e mais de 1,2 mil colaboradores que fazem da Frísia uma das maiores cooperativas do Brasil, com atividades nos segmentos de grãos, lácteos, florestas, rações, sementes e proteína animal. Mesmo inovadora e atualizada às rápidas mudanças no campo, a Frísia mantém a sua essência traduzida em “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”! Saiba mais em frisia.coop.br.
CRÉDITOS: Ascom Cooperativa Frísia.
- Artigo Secundário 1
O Sistema OCB/TO realizou, nesta quarta-feira, 8 de abril, em Palmas, o I Encontro de Comunicadores Cooperativistas do Tocantins, o ComunicaCoop TO. O evento reuniu comunicadores das cooperativas e colaboradores da instituição em um momento voltado ao alinhamento estratégico da comunicação no estado.
Café com a imprensa abre programação do evento
A programação teve início no período da manhã com um café com a imprensa, promovendo um momento de aproximação entre o Sistema OCB/TO e os veículos de comunicação do estado. O encontro contribuiu para o fortalecimento das relações institucionais e para o alinhamento sobre o papel da comunicação na valorização do cooperativismo.
Oficina reúne comunicadores das cooperativas
Na sequência, o evento seguiu com a programação voltada aos comunicadores das cooperativas, com uma oficina estratégica focada na construção de uma comunicação mais integrada, alinhada e conectada com a realidade do setor.
Ao longo do dia, os participantes acompanharam apresentações voltadas ao fortalecimento da comunicação no cooperativismo.
Encontro promove conexão entre cooperativas
O ComunicaCoop TO marcou um momento importante para o fortalecimento da comunicação entre as cooperativas, reforçando a construção de estratégias mais alinhadas com a realidade do setor.
Entre os destaques da programação esteve a participação da gerente de comunicação e marketing do Sistema OCB Nacional, Samara Araújo, que apresentou diretrizes e estratégias voltadas ao fortalecimento da comunicação do cooperativismo em nível nacional.
“Foi uma oportunidade muito especial para apresentar nossa estratégia de comunicação e reforçar o objetivo de que a sociedade faça escolhas cada vez mais conscientes, optando por produtos e serviços de cooperativas. A expectativa é gerar frutos positivos a partir deste encontro”, destacou.
Durante o encontro, também foi apresentada a campanha nacional SomosCoop 2026, com o tema “Escolha o Coop”, reforçando a importância da comunicação na valorização do modelo cooperativista junto à sociedade.
Segundo a superintendente do Sistema OCB/TO, Maria José Pereira, o evento representa um avanço importante para o fortalecimento da comunicação no estado.
“Estamos finalizando essa manhã com a construção do primeiro plano de comunicação das cooperativas do Tocantins. Acreditamos que é fundamental investir mais em comunicação, para que tanto as cooperativas quanto a sociedade compreendam melhor esse modelo de negócio. Também destacamos o lançamento da campanha SomosCoop 2026, com o tema ‘Escolha consciente, escolha o Coop’.”
O presidente do Sistema OCB/TO, Ricardo Khouri, ressaltou a importância estratégica da comunicação para o crescimento das cooperativas.
“O ComunicaCoop consolida a importância da comunicação para as cooperativas brasileiras, especialmente no que diz respeito à conquista de mercado e ao aumento do quadro social. Foi uma manhã muito rica para o fortalecimento do setor.”
De acordo com comunicadores das cooperativas participantes, o encontro contribui diretamente para a prática profissional e o fortalecimento da comunicação no dia a dia.
“A participação no ComunicaCoop fortalece nosso trabalho. É um momento importante de atualização e alinhamento, que contribui para levar o cooperativismo com mais força às regiões onde atuamos”, destacou o assistente de comunicação da COAPA, Fred Alves.
Comunicação como estratégia para o desenvolvimento
O encontro reforça o papel da comunicação como ferramenta estratégica para o desenvolvimento do cooperativismo, promovendo maior visibilidade, integração e conexão com a sociedade.
A iniciativa integra as ações do Sistema OCB/TO voltadas ao fortalecimento institucional e ao crescimento sustentável das cooperativas no Tocantins.
Frísia reforça orientação sobre crédito rural e gestão financeira em cenário de margens pressionadas
- Artigo Secundário 1
Diante de um cenário marcado por instabilidade climática, aumento no custo de insumos e maior pressão sobre as margens de produção, a Frísia Cooperativa Agroindustrial tem intensificado, no Tocantins, o suporte aos cooperados na organização financeira da safra e no acesso ao crédito.
A atuação envolve desde o planejamento dentro da propriedade até a estruturação de projetos para acesso ao crédito, com foco em garantir mais segurança na tomada de decisão e maior previsibilidade ao produtor.
De acordo com o coordenador comercial da Frísia no Tocantins, Moacir Oliveira, o momento exige atenção constante à gestão de custos e à lógica econômica da produção. “Hoje o cenário está mais desafiador, e o cooperado precisa fazer conta o tempo todo, buscando uma relação de troca eficiente e alinhada à sua realidade produtiva”, afirma.
Nesse contexto, a orientação é que o produtor mantenha o controle sobre sua principal referência de valor, que é a soja, avaliando com cautela a relação entre insumos e produção. O travamento de custos em grãos, junto à cooperativa, tem sido uma alternativa para reduzir riscos e trazer maior estabilidade ao planejamento.
No campo financeiro, a Frísia atua como facilitadora no relacionamento com instituições financeiras, apoiando o cooperado na elaboração de projetos e na análise das condições de crédito disponíveis. A cooperativa mantém interlocução com diferentes agentes do mercado, especialmente cooperativas de crédito, buscando viabilizar taxas mais competitivas e operações mais adequadas à realidade do produtor.
Esse acompanhamento inclui uma análise detalhada das operações, considerando não apenas as taxas de juros, mas também os custos envolvidos, exigências de garantias e serviços vinculados, fatores que impactam diretamente no resultado final da safra.
Outro ponto central é o acompanhamento técnico das lavouras, considerado essencial para o uso eficiente de insumos e para a manutenção da produtividade. A condução adequada das culturas contribui para evitar perdas e preservar a margem do produtor, especialmente em períodos de maior instabilidade.
Além disso, a cooperativa realiza análises financeiras e projeções com base nos dados disponíveis, auxiliando o cooperado a compreender sua situação produtiva e econômica de forma mais clara. A integração entre assistência técnica e gestão financeira tem sido um dos principais diferenciais da atuação da Frísia no estado.
Para o gerente executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, esse modelo integrado ganha ainda mais relevância em momentos de maior incerteza. “A cooperativa oferece uma estrutura completa ao produtor, com assistência técnica, apoio financeiro e segurança na comercialização. Isso contribui para decisões mais consistentes e sustentáveis ao longo de todo o ciclo produtivo”, destaca.
Crédito: Ascom Cooperativa Frísia.
- Artigo Secundário 2
Em 1996, 41 produtores iniciaram em Pedro Afonso um desafio que parecia maior que o próprio Cerrado: transformar terras até então pouco exploradas em lavouras produtivas. Três décadas depois, o município colhe os frutos de um dos maiores acordos de cooperação internacional já firmados entre Brasil e Japão, o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer III).
A terceira fase do programa consolidou-se no Tocantins como marco da modernização agrícola. Financiado pelos governos brasileiro e japonês, por meio da Japan International Cooperation Agency (JICA), além de bancos privados japoneses, o projeto contou com investimento total de cerca de US$ 850 milhões.
O objetivo era claro: desenvolver agricultura de alta tecnologia no Cerrado, ampliar a produção de soja e grãos e estruturar um modelo baseado em crédito, tecnologia e cooperativismo — o chamado “tripé de sustentação”.
Desafios dos pioneiros
Dos 41 produtores selecionados, incluindo uma cooperativa, seis já atuavam no Tocantins: João Damasceno de Sá Filho, Euid Eduardo de Moura, Sílvio Espedito Sandri, Pedro Afonso Oliveira Tavares, Gilberto Sobreira e Antônio Milhomem de Castro. Os demais (relação completa ao final da matéria) vieram de outros quatro estados — Minas Gerais (17), São Paulo (13), Goiás (3) e Paraná (3) —, atraídos por um modelo de assentamento dirigido que exigia investimento próprio (10% do capital) e disposição para começar do zero.
O engenheiro agrônomo Pedro Afonso Oliveira Tavares, de família tradicional família pedroafonsina, conheceu o projeto ainda em 1991, quando trabalhava na Secretaria Estadual da Agricultura, em Palmas (TO). “Fiquei animado para fazer parte de algo que poderia transformar o Tocantins em um grande celeiro de alimentos”, relembra.
Selecionado pela Companhia de Promoção Agrícola (CAMPO), braço técnico responsável por executar o programa em parceria com a Brasagro (Brasil) e a Jadeco (Japão), mudou-se para Pedro Afonso em 1996. No lote 14, implantou 435 hectares de soja, além de milho, feijão irrigado e fruticultura tropical.
Pedro Afonso Tavares lembra que o grupo de agricultores enfrentou muitos obstáculos, sendo um dos principais um impasse judicial com o Banco do Brasil após a interrupção de financiamentos. A disputa se arrasta há quase três décadas. “Apesar disso, seguimos em frente graças à união dos produtores, que buscaram crédito em outras fontes”, afirma.
Cara e coragem
Assim como a dos demais produtores, a história de Mário Hiroshi Okuyama, natural de Sábaudia, no Paraná, é marcada por sacrifício e aposta no futuro. Ele trabalhava no Japão quando surgiu a oportunidade de integrar o projeto. “Foi tudo experiência. Aprendemos mais na prática do que na escola”, resume.
Ele lembra das dificuldades de comunicação, quando celulares eram raridade, e da adaptação da família ao interior. “Chegamos sem conhecer ninguém. Hoje temos amizade nos quatro cantos da cidade”, revela, lembrando que suas três filhas nasceram aqui e a mais velha, a agrônoma Érica, já trabalha com ele na propriedade.
Para o mineiro de Patos de Minas, Márcio Donizete José da Silva, o impacto inicial foi a falta de estrutura urbana. “A cidade era pequena, com poucos recursos. Pegamos o cerrado em pé e começamos do zero: desmatar, corrigir o solo, implantar o plantio direto. Era um desafio enorme”, relembra.
Segundo ele, o Prodecer III mudou não só a vida financeira dos colonos, mas toda a dinâmica regional. “Onde o Prodecer chega, chega o progresso”, afirma o produtor, que tinha 29 anos quando chegou a Pedro Afonso e era o mais jovem dos colonos.
Transformação econômica
Os números confirmam a percepção dos pioneiros. A área plantada no Tocantins tem apresentado um crescimento expressivo e linear nas últimas décadas, saltando de menos de 300 mil hectares na safra 2000/2001 para uma estimativa de 2,57 milhões de hectares na safra 2025/2026, um aumento de mais de 400%. A soja é a principal cultura, com previsão de alcançar 1,68 milhão de hectares na atual safra.
O município de Pedro Afonso passou a integrar a rota das grandes tradings internacionais. A instalação de agroindústrias, como a unidade da BP Bunge no município, consolidou o perfil agroindustrial local. O que antes era Cerrado improdutivo tornou-se área valorizada e estratégica para a exportação de grãos. “Transformamos cerrado bruto em lavoura produtiva”, resume Márcio Donizete.
Legado coletivo
Além da produção, os colonos destacam o espírito de cooperação. A criação da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA) para agregar os agricultores é apontada como um dos momentos mais marcantes. “Viramos praticamente uma família”, afirma Márcio Donizete.
Trinta anos depois, Pedro Afonso não é apenas um polo agrícola. Tornou-se símbolo de um modelo que uniu tecnologia, crédito estruturado e a perseverança de produtores brasileiros. “O Prodecer III foi importantíssimo para o desenvolvimento do município e do Estado”, diz Pedro Afonso. “Com trabalho e tecnologia, produzimos alimentos, riquezas e progresso”, conclui.
|
Lote |
Colono |
Cidade de origem |
|
1 |
Fulgêncio Branquinho de Oliveira |
Unaí (MG) |
|
2 |
João Damasceno de Sá Filho |
Pedro Afonso (TO) |
|
3 |
Gilberto Caixeta Borges |
Paracatu (MG) |
|
4 |
Manoel Albino Coelho de Miranda |
Campinas (SP) |
|
5 |
Roberto Yoshio Furukawa |
Assaí - Paraná |
|
6 |
COOPERSAN |
São João da Boa Vista (SP) |
|
7 |
João Gabriel da Costa Noronha |
São João da Boa Vista (SP) |
|
8 |
Marco Balsalobre |
São Paulo (SP) |
|
9 |
Denis de Campos Bernardes |
Rio Verde (GO) |
|
10 |
Luiz Alvino / Edson Auriema |
São Paulo (SP) |
|
11 |
Silvio Espedito Sandri |
Pedro Afonso (TO) |
|
12 |
Marcio Donizete José da Silva |
Patos de Minas (MG) |
|
13 |
Gilberto Sobreira |
Pedro Afonso (TO) |
|
14 |
Pedro Afonso de Oliveira Tavares |
Pedro Afonso (TO) |
|
15 |
Antônio Milhomem de Castro |
Palmas (TO) |
|
16 |
Carlos Vanderlei Figueira |
Ibiporã (PR) |
|
17 |
Elton Valdir Schmitz |
Paracatu (MG) |
|
18 |
Alessandro Vírgílio Zarone |
Buritis (MG) |
|
19 |
Silvio Peres Rodrigues |
Unaí (MG) |
|
20 |
Jacy Luiz da Costa |
São Paulo (SP) |
|
21 |
José Francisco Amaral |
Muriaé (MG) |
|
22 |
Ricardo Benedito Khouri |
Taubaté (SP) |
|
23 |
Leandro de Lima Teixeira |
São João da Boa Vista (SP) |
|
24 |
Cristina Carvalho de Oliveira |
São João da Boa Vista (SP) |
|
25 |
Evanis Roberto Lopes |
Patos de Minas (MG) |
|
26 |
Luiz Carlos de Lima Teixeira |
São João da Boa Vista (SP) |
|
27 |
Glauro Rodrigues da Silva |
Unaí (MG) |
|
28 |
Wilson José de Oliveira |
Patrocínio (MG) |
|
29 |
Arthur Hordones |
Pratinha (MG) |
|
30 |
Antônio Alexandre Bizão |
Rio Verde (GO) |
|
31 |
José Tarcizio Borges |
Coromandel (MG) |
|
32 |
Edmar Corrêa de Oliveira |
Paracatu (MG) |
|
33 |
Francisco Gonzaga Reis |
São Paulo (SP) |
|
34 |
José Guilherme Paggiaro |
São João da Boa Vista (SP) |
|
35 |
Francisco José Moura de Mendonça |
Patos de Minas (MG) |
|
36 |
Leonardo Queiroz Marques |
Patos de Minas (MG) |
|
37 |
Sebastião Antônio Diniz Nogueira |
Rio Verde (GO) |
|
38 |
Mário Hiroshi Okuyama |
Sabáudia (PR|) |
|
39 |
Claúdio Siqueira |
Paracatu (MG) |
|
40 |
Euid Eduardo de Moura |
Pedro Afonso (TO) |
|
41 |
Jorge Luiz Maronezzi |
Monte Carmelo (MG) |
Créditos: COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DO TOCANTINS (COAPA).
- Artigo Principal
- Ramos: Todos
- Categorias: Artigos
- Localidade: TO
EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA - FORMATO HÍBRIDO
O Presidente do Conselho de Administração do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Tocantins – OCB/TO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto Social, convoca os presidentes das cooperativas registradas, ou seus substitutos legais devidamente credenciados, para participarem das Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária, a realizarem-se em formato híbrido, no dia 17 de abril de 2026: de forma presencial, na sede da OCB/TO, situada à Avenida JK, 110 Norte, Lote 11, Palmas/TO; e de forma virtual, por meio da plataforma Google Meet, conforme link individual disponibilizado para cada assembleia.
A participação eletrônica equipara à presença física para todos os efeitos legais e estatutários, inclusive para fins de verificação de quórum e exercício do direito de voto.
A Assembleia Geral Ordinária (AGO) será realizada em primeira convocação às 8h00, com a presença de metade mais uma das cooperativas registradas, ou, em segunda e última convocação, às 9h00, com qualquer número de cooperativas, no link: meet.google.com/unq-qthr-gvn (copie e cole no navegador)
ORDEM DO DIA:
1)Prestação de contas do Conselho de Administração – exercício 2025,
acompanhadas do relatório de atividades e parecer do Conselho Fiscal.
2)Corrigir a referência do ano na tabela da Taxa de Manutenção 2026, na 46ª Ata
da AGE.
3) Assuntos Gerais
A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) será realizada em primeira convocação às 10h00, com a presença de metade mais uma das cooperativas registradas, ou, em segunda e última convocação, às 11h00, com qualquer número de cooperativas, no link: meet.google.com/aiz-rfpi-qdt (copie e cole no navegador)
ORDEM DO DIA:
1) Inversão da ordem do nome do Sindicato e Organização.
2) Deliberação sobre alteração estatutária da OCB/TO, com consolidação integral
do Estatuto Social, para constar a retirada/supressão da representação sindical
das cooperativas de crédito e das cooperativas de serviços médicos; e outras
alterações.
3) Outros assuntos
Para efeito de quórum de instalação das assembleias, o número de cooperativas registradas nesta data, é de 25 (vinte e cinco).
Nota: Os documentos de apoio as pautas, estarão publicados no site: www.somoscooperativismo-to.coop.br.
Nota: Edital publicado no Diário Oficial nº 7.034 pg 115
Tel de contato: 63 3215-3291
Ricardo Benedito Khouri
Presidente
Links:
Anexos:
Apresentação 34º AGO OCB/TO
Proposta_Comparativa_Alteração_Estatutaria_da_OCBTO.pdf
- Artigo Secundário 1
O Sistema OCB lançou, nesta terça-feira (17), o Programa de Educação Política 2026 durante a programação do Eleva do Time de Relações Institucionais. A apresentação foi conduzida pela superintendente Fabíola Nader Motta, que destacou o papel da iniciativa como eixo estruturante para ampliar a presença do setor nos espaços de decisão. O encontrou também contou palestra magna de Cristopher Garman, diretor executo para as Américas da Eurasia Group, que abordou as perspectivas para o cooperativismo no cenário eleitoral.
Com o lema #PensenoCoop, Escolha o Caminho que Fortalece o Cooperativismo, o programa convida as cooperativas a ampliarem sua participação cidadã, conectando propósito, desenvolvimento e representação institucional. A proposta é fomentar a conscientização, o engajamento e a atuação política de dirigentes, cooperados e lideranças, fortalecendo a presença do cooperativismo no debate público.
Durante a apresentação, Fabíola ressaltou que o momento exige maior organização e protagonismo do setor. “A educação política é um instrumento estratégico para ampliar a voz do cooperativismo. Não se trata apenas de acompanhar o que acontece, mas de participar ativamente da construção das decisões que impactam diretamente as cooperativas”, afirmou.
O programa está estruturado em seis eixos estratégicos: Propostas para um Brasil Mais Cooperativo; Formação do Time de Multiplicadores; Integridade e Boas Práticas de Participação nas Eleições; Estratégia e Termos de Compromisso; Comunicação Política; e Transparência e Prestação de Contas. Entre os objetivos estão o estímulo à cultura de participação, o engajamento de jovens e mulheres e a ampliação da contribuição do cooperativismo na formulação de propostas para o desenvolvimento do país.
Fabíola também enfatizou a importância da atuação em rede. “Esse é um esforço coletivo. A gente só consegue alcançar escala se houver engajamento das organizações estaduais, das cooperativas e das lideranças. É assim que fortalecemos nossa representação e garantimos que as pautas do cooperativismo sejam consideradas”, disse.
Entre as entregas previstas estão o lançamento de materiais orientativos, plataformas digitais, campanhas de comunicação e a consolidação do programa nos estados, com foco na formação de multiplicadores. Todos os conteúdos, incluindo o cronograma de entregas e o mapa de ações, já estão disponíveis na página inicial do site do Sistema OCB.
A participação das cooperativas no Programa de Educação Política é voluntária e pode ser adaptada à realidade de cada organização. A expectativa é que, com mobilização e alinhamento, o cooperativismo amplie sua voz e contribua de forma ainda mais efetiva para a construção de um Brasil mais inclusivo, próspero e cooperativo.
Fonte: Sistema OCB
- Artigo Secundário 2
O Sistema OCB passou a integrar a plataforma QualificaProBR, lançada pelo governo federal para conectar trabalhadores a oportunidades gratuitas de qualificação profissional alinhadas às demandas do mercado. A iniciativa, coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), reúne conteúdos de 49 instituições parceiras — entre elas, o cooperativismo brasileiro, que contribui com mais de 200 cursos por meio de sua plataforma de ensino a distância CapacitaCoop.
A participação do Sistema OCB reforça o compromisso do cooperativismo com a educação, a inclusão produtiva e o desenvolvimento de pessoas em todo o país. Na prática, a QualificaProBR funciona como um hub de divulgação: os cursos são apresentados ao público na plataforma do governo disponível no aplicativo da carteira de trabalho digital, e o direcionamento para matrícula ocorre diretamente no ambiente do CapacitaCoop.
A parceria foi construída a partir de convite do próprio MTE, com o objetivo de ampliar o acesso da população à qualificação profissional, especialmente para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho. Nesse contexto, o Sistema OCB disponibilizou praticamente todo o portfólio aberto do CapacitaCoop, mantendo restritos apenas os conteúdos exclusivos para cooperativas.
De acordo com pesquisa recente, o CapacitaCoop já demonstra resultados consistentes na formação de pessoas e no fortalecimento do cooperativismo. Levantamento realizado em 2025 aponta que a plataforma tem contribuído de forma efetiva para o desenvolvimento de competências, com impacto direto na melhoria da gestão e no desempenho das cooperativas.
Para a coordenadora de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Cláudia Chagas Moreno, a presença do cooperativismo na QualificaProBR amplia o alcance de uma solução já consolidada. “Levar os cursos oferecidos pela CapacitaCoop para uma plataforma nacional é uma forma de democratizar ainda mais o acesso ao conhecimento. Estamos conectando pessoas a conteúdos que desenvolvem competências essenciais para o trabalho e, ao mesmo tempo, apresentando o cooperativismo como um modelo moderno, inclusivo e alinhado às demandas da sociedade”, afirmou.
A iniciativa também fortalece o papel do cooperativismo como agente de transformação social, ao contribuir para a qualificação de trabalhadores em diferentes regiões do país. Ao integrar esforços com o poder público e outras instituições de ensino, o Sistema OCB amplia sua atuação para além das cooperativas, gerando oportunidades e promovendo desenvolvimento econômico com base em valores como colaboração, autonomia e protagonismo.
Ainda segundo Cláudia, com a entrada na QualificaProBR, o cooperativismo brasileiro reforça sua presença em uma agenda estratégica para o país: a formação de pessoas preparadas para os desafios do presente e do futuro do trabalho.
Fonte: Sistema OCB
- Artigo Secundário 2
A busca por soluções inovadoras para fortalecer o cooperativismo marcou o DemoDay do Ideathon realizado durante o CoopsParty. O encontro, que aconteceu nesta quarta (11), reuniu participantes de diferentes regiões do país para a apresentação final dos projetos desenvolvidos ao longo da maratona de inovação promovida pelo Sistema OCB. Ao final das apresentações, três iniciativas foram premiadas: Fratura Criativa, RaizCoop e Certificacoop.
Na abertura do encontro, a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, destacou que estimular a inovação dentro do próprio movimento é fundamental para preparar o cooperativismo para os desafios do futuro. Segundo ela, iniciativas como o Ideathon ajudam a transformar ideias em projetos capazes de gerar impacto concreto para o setor.
“É uma alegria estarmos aqui com esses grupos. A inovação é um tema que já trabalhamos há algum tempo no cooperativismo e precisamos, cada vez mais, olhar para dentro das nossas organizações e criar práticas que fortaleçam ainda mais o movimento e nossas cooperativas”, afirmou.
A gerente geral de Negócios da OCB, Clara Maffia, também destacou a mobilização dos participantes e o potencial das soluções apresentadas durante o DemoDay. Para ela, o processo demonstrou o engajamento de profissionais do cooperativismo em pensar caminhos inovadores para o movimento.
“Ver tantas pessoas envolvidas nesse processo mostra o quanto existe disposição para construir soluções novas para o cooperativismo. É esse tipo de iniciativa que nos ajuda a avançar e a transformar boas ideias em projetos aplicáveis às cooperativas”, ressaltou.
O DemoDay marcou a etapa final de um processo que envolveu capacitação, mentorias e desenvolvimento de ideias com foco em desafios reais do cooperativismo. Os grupos finalistas apresentaram seus projetos para uma banca avaliadora composta por especialistas e lideranças do Sistema OCB. A banca analisou critérios como viabilidade, impacto para o cooperativismo e potencial de implementação.
O projeto Fratura Criativa, vencedor do Ideathon, apresentou uma proposta voltada ao mapeamento estratégico do quadro social das cooperativas. A solução prevê a criação de perfis detalhados dos cooperados, identificando necessidades, interesses, habilidades e potencial de engajamento. Com essas informações, a ferramenta busca apoiar a tomada de decisões e permitir que as cooperativas desenvolvam estratégias mais personalizadas de relacionamento e gestão.
O RaizCoop, que conquistou o segundo lugar, propôs uma plataforma multiconectada que integra aplicativo e WhatsApp com inteligência artificial para facilitar o registro de informações pelos cooperados. Por meio de mensagens de texto ou áudio, os produtores podem informar dados de produção e comercialização, que são automaticamente organizados em relatórios estruturados. A ferramenta transforma essas interações em indicadores estratégicos para as cooperativas e em insights para os próprios produtores.
A Certificacoop, terceira colocada, apresentou uma solução voltada ao registro do ciclo produtivo, certificação e rastreabilidade de produtos, com foco em cooperativas e produtores da agricultura familiar. A proposta busca facilitar o acesso a certificações e ampliar canais de comercialização, contribuindo para reduzir gargalos logísticos e melhorar a remuneração da produção.
Para o presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, também presente no evento, iniciativas como o Ideathon demonstram o potencial da inovação colaborativa dentro do movimento. “O cooperativismo precisa estar atento às transformações e disposto a testar novas soluções. Quando reunimos pessoas com diferentes experiências e visões, criamos um ambiente propício para o surgimento de ideias capazes de gerar impacto real para as cooperativas”, afirmou.
Fonte: Sistema OCB
- Artigo Secundário 3
O Sistema OCB realizou na sexta-feira (6), em Brasília, o Workshop de Mapeamento de Soluções de Inteligência Artificial com Pontos Focais das Organizações Estaduais do Cooperativismo (OCEs). O encontro discutiu o uso estratégico da tecnologia nos nas unidades do cooperativismo em todo o Brasil. A iniciativa integra o Plano Institucional de Uso de Inteligência Artificial, que busca, ao mesmo tempo, ampliar o conhecimento sobre a tecnologia entre os colaboradores e levantar um diagnóstico nacional sobre o nível de adoção de ferramentas de IA no cooperativismo.
A proposta do encontro foi promover um momento de escuta ativa, alinhamento conceitual e construção coletiva de oportunidades de aplicação da tecnologia nas rotinas de trabalho das organizações. Durante as atividades, os participantes compartilharam experiências, levantaram desafios e discutiram caminhos para incorporar soluções baseadas em inteligência artificial de forma estruturada e responsável.
Um dos principais pontos abordados ao longo do workshop foi a abordagem metodológica para adoção da tecnologia. A mensagem central foi de que a implementação de IA não deve começar pela escolha de ferramentas tecnológicas, mas pela compreensão detalhada dos processos organizacionais.
Nesse sentido, os debates destacaram a importância de mapear fluxos de trabalho já existentes, identificar gargalos operacionais, compreender as principais necessidades das equipes e, somente a partir desse diagnóstico, avaliar quais etapas poderiam se beneficiar de automação ou apoio analítico.
A proposta busca evitar um problema comum em iniciativas de inteligência artificial: a adoção de soluções tecnológicas sem um diagnóstico claro dos processos. Quando isso ocorre, é frequente que projetos avancem até a fase de protótipos, mas não se consolidem como soluções efetivas no dia a dia das organizações. 
Durante o encontro, os participantes também foram estimulados a refletir sobre o papel da tecnologia como instrumento de melhoria de processos. A inteligência artificial foi apresentada como uma ferramenta capaz de ampliar eficiência e apoiar a tomada de decisão, desde que aplicada sobre atividades com objetivos bem definidos e estrutura operacional clara.
A programação incluiu dinâmicas de trabalho colaborativas, nas quais os representantes das OCEs puderam analisar rotinas institucionais, identificar oportunidades de aprimoramento e discutir possíveis frentes de inovação que possam ser exploradas futuramente no Sistema.
O workshop integra o projeto de construção do Plano Institucional de Uso de Inteligência Artificial do Sistema OCB, iniciativa que será desenvolvida ao longo de 2026 com a participação das unidades estaduais. Nesse processo, os pontos focais terão papel importante no acompanhamento das discussões técnicas e no compartilhamento de informações sobre iniciativas e necessidades identificadas nos estados.
“O objetivo é entender como as organizações estaduais já utilizam ou pretendem utilizar inteligência artificial em suas rotinas e, a partir disso, estruturar um plano consistente para o Sistema OCB. Estamos falando de uma tecnologia com enorme potencial para aumentar eficiência, apoiar decisões e qualificar ainda mais nossos serviços.” destacou o coordenador do projeto e gerente geral do Sescoop, Ivan Mafra.
Fonte: Sistema OCB
- Artigo Secundário 1
Com a participação de médicos cooperados, diretores e conselheiros, a Unimed Araguaína realizou na noite da segunda-feira (10), em sua sede, sua Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2026. A reunião anual tem como finalidade a apreciação das contas do exercício anterior, a apresentação do relatório de gestão e a definição das diretrizes administrativas da cooperativa para o novo período.
Neste ano, além da eleição do Conselho Fiscal para o mandato 2026/2027, a AGO também elegeu o novo Conselho de Administração, incluindo a Diretoria Executiva, reeleita por unanimidade. Com isso, o presidente Renato Borges Azevedo, o vice-presidente Marcelo de Oliveira Melo, o superintendente João Vitor Quadra Vieira dos Santos e o diretor de Mercado, Leonardo Medeiros Cintra, seguem nos cargos na gestão 2026/2030.
O resultado demonstra a confiança dos cooperados na condução administrativa da instituição e no trabalho desenvolvido pela atual gestão.
Assim como a eleição, todos os itens da pauta da AGO foram aprovados por unanimidade. Entre eles estão a prestação de contas referente ao exercício de 2025, o relatório de gestão e a política de destinação das sobras da cooperativa.
A realização anual da Assembleia Geral Ordinária até 31 de março de cada ano atende às determinações da legislação cooperativista brasileira. Mais do que cumprir uma obrigação legal, a AGO traduz o compromisso da cooperativa com a governança e a transparência na condução de suas atividades.
A assembleia é o principal espaço de participação dos cooperados e, entre suas atribuições, estão a apreciação da prestação de contas da diretoria, a análise do balanço patrimonial e a eleição dos membros dos órgãos de administração e fiscalização.
Confira a relação dos eleitos, que serão empossados em 1º de abril:
Conselho de Administração
01/04/2026 a 31/03/2030
Diretoria Executiva
Presidente: Renato Borges Azevedo
Vice-presidente: Marcelo de Oliveira Melo
Superintendente: João Vitor Quadra Vieira dos Santos
Diretor de Mercado: Leonardo Medeiros Cintra
Conselheiros Vogais
Roberto Aires Monte Negro
Walter Pinheiro Santos Filho
Conselho Técnico e Ética Profissional
Efetivos
Camila Ribeiro Leal Garcia
Marcos Rossi Moreira
Halyston Martins Pinho
Suplentes
Bruno Carvalho Trentin
Valéria Bandeira Nunes Esguerber Skripka
Mary Grace Alves da Silva
Conselho Fiscal
01/04/2026 a 31/03/2027
Efetivos
Hueverson Junqueira Neves
Carlos Eduardo Gama e Veneziano
Jorge Patrick Oliveira Feliciano
Suplentes
Sérgio Nogueira de Aguiar
Maria Ana Salviano de Sousa
Sandro Oliveira Sacre
Créditos: Unimed Araguaína
Mulher no agro: trajetória de produtora no Tocantins destaca protagonismo feminino no cooperativismo
- Artigo Inferior 3
A presença feminina no agronegócio brasileiro cresce ano após ano, assumindo espaço tanto na gestão das propriedades quanto nas decisões estratégicas da produção. No Tocantins, esse movimento também ganha força dentro do cooperativismo, como demonstra a trajetória da produtora rural Nilva Regina Celestino de Castro, cooperada da Frísia Cooperativa Agroindustrial.
Filha de agricultores, Nilva cresceu no meio rural e desde cedo acompanhou a rotina do campo. A convivência com a atividade agrícola moldou sua relação com a terra e influenciou o caminho que seguiria anos depois. “Sou filha de agricultores e cresci no meio rural, aprendendo desde cedo o valor da terra, do trabalho e da perseverança. Mais tarde, a vida me conduziu a continuar essa história ao lado do meu esposo, também agricultor”, conta.
Nascida no estado de São Paulo, Nilva mudou-se ainda criança com a família para o Paraná, onde o pai adquiriu uma propriedade rural. Foi nesse ambiente que passou a infância e a juventude sempre ligada às atividades agrícolas. Anos depois, já em Minas Gerais, conheceu o marido, também agricultor, com quem construiu a família.
A trajetória da família passou por diferentes regiões do país. Após viverem por 19 anos em Goiás, o casal decidiu se estabelecer no Tocantins, onde reside há 18 anos e mantém a produção agrícola.
Na propriedade, Nilva atua principalmente na organização administrativa e financeira da fazenda, contribuindo para a gestão do negócio rural e para o planejamento das atividades produtivas. “Hoje me dedico mais à parte burocrática e financeira da fazenda. Isso permite que meu marido se concentre na parte operacional, e assim conseguimos conduzir juntos o desenvolvimento da propriedade”, explica.
Sucessão
A gestão da fazenda também passou a contar com a participação da nova geração. Com a formação do filho mais novo em Agronomia, o planejamento da produção passou a ser conduzido principalmente por ele ao lado do pai, fortalecendo o processo de sucessão familiar no campo.
Nesse contexto, o cooperativismo tem papel relevante no desenvolvimento da atividade. Cooperada da Frísia, Nilva destaca a importância de fazer parte de uma organização que reúne produtores e fortalece o trabalho coletivo no agronegócio. “É motivo de orgulho ser uma mulher cooperada da Frísia e fazer parte de uma cooperativa que também atua no Tocantins. O cooperativismo mostra que, quando trabalhamos juntos, somos mais fortes e conseguimos alcançar resultados que muitas vezes sozinhos não conseguiríamos”, afirma.
Com presença consolidada no agronegócio brasileiro e atuação crescente no Tocantins, a Frísia reúne produtores em um modelo baseado na cooperação, na assistência técnica e no compartilhamento de conhecimento, contribuindo para o desenvolvimento das propriedades e para o fortalecimento da cadeia produtiva.
Para Nilva, fazer parte de uma cooperativa também representa mais segurança para investir e planejar o futuro da atividade rural. “O cooperativismo tem um papel fundamental no desenvolvimento da nossa propriedade. Através da Frísia temos acesso a conhecimento, tecnologia e assistência técnica, além da segurança de fazer parte de uma cooperativa sólida. Isso nos dá mais confiança para investir e produzir melhor”, destaca.
Ao falar com outras mulheres que desejam atuar no agronegócio, Nilva reforça que a participação feminina é essencial para o fortalecimento do setor. “Que as mulheres acreditem no seu potencial e participem cada vez mais das decisões e da gestão. O agronegócio precisa da presença feminina, da dedicação e da visão das mulheres para continuar evoluindo”, finaliza.
Por Ascom Frísia Cooperativa Agroindustrial.
- Artigo Principal
A Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA) mantém seu compromisso com a inovação ao investir continuamente em pesquisas, novas tecnologias e testes de campo, visando diversificar as soluções oferecidas aos seus cooperados. Como parte fundamental dessa estratégia, a cooperativa promoveu o Tour da Soja 2026, evento técnico que apresentou o desempenho de 27 variedades da oleaginosa sob diferentes condições de solo.
A programação ocorreu no dia 5 de março, em duas propriedades rurais na região centro norte do Tocantins: pela manhã, na Fazenda Abacatal (Pedro Afonso), e à tarde, na Fazenda Rossato (Itacajá). A iniciativa reuniu cerca de 50 participantes, entre cooperados, equipe técnica da COAPA e profissionais de empresas parceiras.
O evento contou com a presença de representantes das empresas Progresso Sementes, Seedcorp HO, Dois Marcos Sementes, LG, J&H Sementes, Genética Pampeana e Celeiro Sementes. Na ocasião, foram apresentadas tecnologias de ponta e materiais genéticos de alta performance, focados no salto de produtividade e no aprimoramento da cultura da soja na região.
O ponto alto da programação foi a Vitrine de Cultivares, espaço que reuniu 27 materiais genéticos, entre variedades já consolidadas na região e lançamentos promissores que ingressam agora no mercado. A demonstração proporcionou aos produtores a oportunidade de observar, na prática, o comportamento e a adaptabilidade das plantas a diferentes perfis de solo.
De acordo com o gerente da Unidade Técnica da COAPA, Marco Aurélio Pereira Leal, a proposta do evento é permitir que o produtor visualize, na prática, o desempenho das variedades em cenários distintos de plantio — uma realidade comum nas propriedades do estado.
“Um evento desse tipo é fundamental para o cooperado, pois ele consegue observar diversos cultivares de soja em duas realidades distintas. Pela manhã, realizamos testes em solo de cascalho e, à tarde, em solo mais arenoso. Dessa forma, o produtor pode adaptar cada material à realidade específica da sua fazenda”, explicou.
Segundo Marco Aurélio, a variabilidade dos solos dentro das próprias propriedades torna esse tipo de experimento ainda mais relevante. “No Tocantins, é comum que uma mesma fazenda apresente três ou quatro tipos de solo: desde os mais arenosos e de cascalho até os mais argilosos. Por isso, é fundamental observar como cada material genético se comporta em cada uma dessas condições para garantir a melhor escolha no plantio”, afirmou.
Marco Aurélio destacou ainda que a ação complementa outras iniciativas técnicas da cooperativa, como a Jornada Tecnológica, evento tradicional do calendário da COAPA que neste ano chegou à sua 16ª edição.
“O objetivo central é garantir que o cooperado tenha acesso a materiais perfeitamente adaptados ao seu sistema de produção. Enquanto a Jornada foi realizada em áreas de alta fertilidade, este tour trouxe testes focados em outros perfis de solo, oferecendo uma visão completa para a tomada de decisão”, concluiu.
Orientação e interação
Para o cooperado Marcel Petter, a oportunidade de observar o desempenho das variedades diretamente no campo é um diferencial decisivo para o planejamento das próximas safras. “Este evento é fundamental para que possamos entender a realidade produtiva em diferentes pontos da nossa área de atuação. Pela manhã, analisamos experimentos em áreas de cascalho e, agora, observamos praticamente as mesmas variedades em solos arenosos. Ver esses resultados comparativos nos ajuda a selecionar as melhores opções de soja para os próximos ciclos”, comentou.
O cooperado João Luiz Mazurkiewicz também ressaltou o valor da iniciativa para avaliar a produtividade e a adaptabilidade das cultivares. “Esse acompanhamento é essencial, pois traz novas variedades de soja para que possamos identificar qual melhor se adapta ao tipo de solo que trabalhamos. Além disso, nos orienta a entender quais materiais entregam maior produtividade em cada condição específica”, afirmou.
Além das demonstrações técnicas, o Tour da Soja 2026 promoveu momentos de interação e troca de experiências, fortalecendo o compartilhamento de conhecimento entre produtores rurais, corpo técnico e representantes das empresas parceiras do setor agrícola.
Por Fred Alves/Assessor de Comunicação.
- Artigo Principal
A Frísia Cooperativa Agroindustrial faturou R$ 5,99 bilhões em 2025, resultado superior ao registrado no ano anterior, quando a cooperativa somou R$ 5,79 bilhões. O desempenho foi apresentado no último sábado, dia 28, durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada no Auditório Leendert de Geus, na sede da cooperativa, em Carambeí (PR).
“A Assembleia é um dos momentos mais importantes do ano para a cooperativa. É quando prestamos contas com transparência, apresentamos os resultados alcançados e, principalmente, ouvimos o cooperado. A Frísia é construída por pessoas, e cada decisão precisa refletir os interesses e as expectativas de quem faz parte dela. O crescimento que apresentamos hoje é resultado de planejamento, gestão responsável e da confiança dos nossos cooperados, que seguem investindo, produzindo com eficiência e acreditando no modelo cooperativista”, destaca o presidente do Conselho de Administração da Frísia, Geraldo Slob.
O crescimento reflete o avanço nos segmentos de atuação da Frísia: agricultura, pecuária leiteira, suinocultura e florestal. Em 2025, a cooperativa contou com 1.090 cooperados e 1.373 colaboradores, distribuídos em 12 entrepostos no Paraná e dois no Tocantins.
Entre os principais indicadores do ano, a Frísia registrou o recebimento de 1 milhão de toneladas de grãos em seus armazéns, produziu 369,3 milhões de litros de leite, contabilizou 29,7 mil toneladas de suínos e 136 mil toneladas de madeira. A produção total de leite manteve uma curva de crescimento ao longo dos últimos anos, atingindo em 2025 o maior volume da série histórica da cooperativa.
Na agricultura, a safra de soja 2024/2025, por exemplo, foi marcada por condições climáticas favoráveis, eficiência operacional dos cooperados e elevado nível de manejo agronômico. O resultado foi uma produtividade média 14% superior ao ciclo anterior, a maior já registrada pela Frísia. No Tocantins, a produção de soja alcançou safra recorde em 2025, impulsionada pela ampliação da área cultivada e por condições climáticas favoráveis ao longo do ciclo.
Outra cultura que apresentou desempenho expressivo em qualidade e produtividade foi a cevada. O grão teve crescimento de 45% em relação ao ciclo anterior e rendimento 5,1% acima da média paranaense.
O setor de suínos também teve desempenho positivo. Em um cenário de fortalecimento da suinocultura paranaense, a Frísia ampliou investimentos e intensificou sua expansão, especialmente na produção de leitões. O modelo de integração, aliado à operação da Aurora Coop na Unidade Industrial de Castro (PR), garantiu previsibilidade de escoamento, segurança comercial aos criadores e bases sólidas para o crescimento das entregas previstas para 2026 e 2027.
O desempenho e as ações detalhadas realizadas pela cooperativa no ano passado constam no Relatório de Gestão 2025, que foi entregue aos cooperados na AGO.
Homenagem
Na Assembleia foram homenageados os cooperados João Dykstra, Cornélio Dykstra e Reinder Jacobi, pelos 50 anos como cooperados da Frísia; e Albert Kuipers e Reinder Kuipers, pelos 60 anos como cooperados da Frísia.
Conselho Fiscal
Durante a AGO, também foi eleita a nova chapa do Conselho Fiscal para a gestão de 2026. Fazem parte do grupo Deborah de Geus, Gaspar João de Geus, Juan van der Vinne, Janus Katsman, Pieter Arthur Biersteker e Paulo Eduardo Piotrowski.
Créditos: Tocantins Rural
- Artigo Principal
No dia 2 de março de 2026, o Sistema OCB/TO realizou uma visita técnica ao Sistema OCB/DF, em Brasília, com foco no intercâmbio de metodologias e boas práticas voltadas às cooperativas da agricultura familiar e da reciclagem
A comitiva tocantinense foi composta por Wagner Luiz, Emanoella Godinho e Selma dos Reis, que foram recebidos pela equipe do Sescoop/DF. O objetivo foi conhecer de perto a estrutura de acompanhamento adotada no Distrito Federal e identificar estratégias que possam ser adaptadas à realidade do Tocantins.
Acompanhamento próximo e atuação estratégica
Um dos principais destaques observados foi o modelo de atuação personalizada junto às cooperativas. O Sistema OCB/DF acompanha desde a constituição das cooperativas até questões administrativas e documentais, oferecendo suporte em registro na Junta Comercial, atualização no sistema SouCoop, redação de atas e orientações relacionadas a órgãos públicos.
Além disso, chama atenção o trabalho estruturado de captação de recursos, com monitoramento constante de editais e apoio na elaboração de projetos para aquisição de maquinários, equipamentos e veículos. Medida que amplia a capacidade produtiva e competitiva das cooperativas.
Durante a visita, Wagner destacou a relevância da experiência para o fortalecimento do cooperativismo no Tocantins. “Essa visita foi muito importante para nós. Ver de perto como o Sistema OCB/DF acompanha as cooperativas de forma tão próxima nos inspira a fazer ainda mais no Tocantins. Percebemos que o cooperativismo se fortalece quando existe presença, orientação e parceria de verdade. Voltamos com ideias práticas e com a certeza de que podemos aprimorar nosso trabalho para gerar mais oportunidades e resultados para as nossas cooperativas.”
Comunicação, mercado e formação técnica
A área de comunicação também se destaca como eixo estratégico, com apoio no redesenho de identidade visual, criação de embalagens, selos e materiais promocionais, além da inserção em feiras e novos mercados.
Outro diferencial é a oferta de formação técnica, incluindo curso superior tecnológico em Cooperativismo para catadores, fortalecendo a profissionalização da gestão e a sustentabilidade das cooperativas.
Aprendizados para o Tocantins
A visita reforça a importância de intensificar o acompanhamento personalizado, estruturar uma atuação mais ativa na captação de editais, fortalecer relações institucionais e integrar comunicação como ferramenta de acesso ao mercado.
O intercâmbio amplia a visão estratégica do Sistema OCB/TO e reafirma o compromisso com o fortalecimento do cooperativismo tocantinense por meio de ações mais técnicas, integradas e alinhadas às necessidades reais das cooperativas.
- Artigo Principal
A sede do Sistema OCB/TO, em Palmas, será palco de uma agenda estratégica e diversificada entre os dias 23 e 28 de fevereiro, reunindo cursos técnicos, assembleias gerais ordinárias e encontros institucionais. A programação reforça o compromisso da instituição com a qualificação profissional, a governança cooperativista e o fortalecimento das cooperativas tocantinenses.
A semana inicia, no dia 23/02, com o Curso Análise do Comportamento Aplicada para Gestores e Auditores da Saúde Suplementar, realizado no Auditório OCB/TO, com participação da UNIMED Palmas. A capacitação é voltada ao aprimoramento técnico e estratégico de profissionais da área da saúde.
No dia 24/02, também no Auditório OCB/TO, ocorre o Curso de Manejo do Bebê com Displasia Broncopulmonar, novamente com a UNIMED Palmas, reforçando o investimento contínuo em atualização e excelência assistencial.
A programação segue no dia 25/02, das 08h às 12h, com a AGO Cooperenf, momento fundamental de governança, transparência e deliberação cooperativista.
Para a diretora administrativa da Cooperenf, Derciani, o apoio do Sistema OCB/TO é determinante nesse processo. “O suporte da OCB/TO é essencial para garantir organização, segurança jurídica e transparência nas AGOs, fortalecendo a governança e proporcionando mais segurança nas decisões estratégicas das cooperativas. Além disso, incentiva a educação continuada, as capacitações e amplia a credibilidade do cooperativismo no Tocantins”, destacou.
Já no dia 26/02, o Auditório OCB/TO recebe o Curso Gestão de Conflitos, promovendo desenvolvimento de lideranças e fortalecimento da cultura organizacional, com participação da UNIMED Palmas.
No dia 27/02, a agenda contempla dois importantes compromissos. Pela manhã, será realizado o curso “Indicadores Obrigatórios para os Serviços Farmacêuticos no Ambiente Hospitalar. Como Criá-los?”, no Auditório OCB/TO, novamente com a UNIMED Palmas, voltado ao aprimoramento da gestão hospitalar. No mesmo dia, a Sala da Presidência da OCB/TO sediará o Eleva Sistema OCB, encontro estratégico voltado ao alinhamento institucional e direcionamento das ações do sistema.
Encerrando a semana, no dia 28/02, das 08h às 12h, acontece a AGO Frísia, no Auditório OCB/TO, fortalecendo a participação democrática e a governança cooperativa.