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02/04/2026
EDITAL DE CONVOCAÇÃO - AGO e AGE
EDITAL DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLEIAS GERAIS ORDINÁRIA E EXTRAORDINÁRIA - FORMATO HÍBRIDO O Presidente do Conselho de Administração do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Tocantins – OCB/TO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto Social, convoca os presidentes das cooperativas registradas, ou seus substitutos legais devidamente credenciados, para participarem das Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária, a realizarem-se em formato híbrido, no dia 17 de abril de 2026: de forma presencial, na sede da OCB/TO, situada à Avenida JK, 110 Norte, Lote 11, Palmas/TO; e de forma virtual, por meio da plataforma Google Meet, conforme link individual disponibilizado para cada assembleia.A participação eletrônica equipara à presença física para todos os efeitos legais e estatutários, inclusive para fins de verificação de quórum e exercício do direito de voto. A Assembleia Geral Ordinária (AGO) será realizada em primeira convocação às 8h00, com a presença de metade mais uma das cooperativas registradas, ou, em segunda e última convocação, às 9h00, com qualquer número de cooperativas, no link: meet.google.com/unq-qthr-gvnORDEM DO DIA:1)Prestação de contas do Conselho de Administração – exercício 2025,acompanhadas do relatório de atividades e parecer do Conselho Fiscal.2)Corrigir a referência do ano na tabela da Taxa de Manutenção 2026, na 46ª Atada AGE.3) Assuntos Gerais A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) será realizada em primeira convocação às 10h00, com a presença de metade mais uma das cooperativas registradas, ou, em segunda e última convocação, às 11h00, com qualquer número de cooperativas, no link: meet.google.com/aiz-rfpi-qdtORDEM DO DIA:1) Inversão da ordem do nome do Sindicato e Organização.2) Deliberação sobre alteração estatutária da OCB/TO, com consolidação integraldo Estatuto Social, para constar a retirada/supressão da representação sindicaldas cooperativas de crédito e das cooperativas de serviços médicos; e outrasalterações.3) Outros assuntos Para efeito de quórum de instalação das assembleias, o número de cooperativas registradas nesta data, é de 25 (vinte e cinco).Nota: Os documentos de apoio as pautas, estarão publicados no site: www.somoscooperativismo-to.coop.br. Nota: Edital publicado no Diário Oficial nº 7.034 pg 115 Tel de contato: 63 32153291. Ricardo Benedito KhouriPresidente Links: Edital de Convocação Anexos: Modelo Termo de Representação
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10/04/2026
Frísia anuncia entreposto em Pium (TO) e projeta investimento de cerca de R$ 100 milhões
No ano em que comemora dez anos no Tocantins, a Frísia Cooperativa Agroindustrial anuncia a construção de um novo entreposto no estado, no município de Pium, como parte de sua estratégia de expansão e fortalecimento da atuação no estado. O projeto prevê investimento de aproximadamente R$ 100 milhões e geração de cerca de 20 empregos diretos após o início das operações, além de mobilizar mais de 200 trabalhadores durante o período de obras.
A construção da unidade está prevista para começar em junho de 2026, com conclusão estimada para janeiro de 2028. A estrutura foi planejada para atender o crescimento da produção agrícola na região e ampliar o suporte aos cooperados.
A decisão de investir no novo entreposto foi resultado de um processo de análise estratégica e da expansão da atividade agrícola na região. “Mesmo diante de um cenário desafiador, a cooperativa segue crescendo no Tocantins. A região de Pium é uma das que mais têm se desenvolvido nos últimos anos e, após três anos de estudos aprofundados, decidimos realizar esse investimento para atender às necessidades dos cooperados”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Frísia, Geraldo Slob.
O novo entreposto tem capacidade operacional prevista de recepção de até 600 toneladas por hora, linha de beneficiamento de 240 toneladas por hora e armazenagem total de 42 mil toneladas de grãos. A unidade também terá um armazém para insumos.
Segundo o gerente-executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, a escolha de Pium como sede da nova unidade levou em conta o potencial produtivo da região e a presença crescente de cooperados. “Trata-se de uma região bastante próspera, com alto potencial agrícola e uma área já consolidada de produção de nossos cooperados”, explica.
Crescimento
O investimento também está alinhado ao planejamento estratégico da cooperativa para os próximos anos. “Dentro do nosso ciclo de planejamento estratégico, que vai de 2025 a 2030, temos como meta crescer no Tocantins de forma sustentável e agregar valor ao negócio dos cooperados. Esse entreposto vai ao encontro desse objetivo”, destaca o gerente-executivo.
Para os produtores, a nova estrutura vai trazer ganhos logísticos e operacionais importantes. “Na prática, o cooperado terá maior agilidade na recepção e no beneficiamento de grãos, economia com fretes e mais proximidade no acesso a insumos, além de segurança no abastecimento”, completa Cavazotti.
A área cultivada de soja no Tocantins saltou de 14,7 mil hectares da safra 2020/2021 para 40,4 mil hectares na de 2024/2025, com produtividade média de 3.771 kg/ha na última safra, acima das 3.057 kg/ha de 20/21.
A Frísia está presente no Tocantins desde 2016, completando, em 2026, uma década de atuação no estado. Atualmente, a cooperativa conta com 110 cooperados e 60 colaboradores na região, com unidades em Paraíso do Tocantins e Dois Irmãos do Tocantins, além de um escritório administrativo em Palmas.
Nos últimos anos, a cooperativa vem realizando diversos investimentos em suas unidades, com o objetivo de acompanhar o crescimento da produção agrícola na região.
Sobre a Cooperativa Frísia
Com 100 anos de história, a Frísia Cooperativa Agroindustrial é a mais antiga cooperativa de produção do Paraná e segunda do Brasil, e tem como valores Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). Sua trajetória se confunde com a do cooperativismo brasileiro, em que a união, o trabalho e a organização promovem resultados sustentáveis para cooperados, colaboradores, parceiros e sociedade, sempre aplicando os sete princípios cooperativistas. A Frísia nasceu em Carambeí (PR), em 1925, como Sociedade Cooperativa Hollandeza de Laticínios, onde está localizada a matriz. Atualmente, está presente em 12 municípios dos Campos Gerais paranaense e possui unidades em três cidades do Tocantins, estado onde começou as atividades em 2016. São mais de mil cooperados e mais de 1,2 mil colaboradores que fazem da Frísia uma das maiores cooperativas do Brasil, com atividades nos segmentos de grãos, lácteos, florestas, rações, sementes e proteína animal. Mesmo inovadora e atualizada às rápidas mudanças no campo, a Frísia mantém a sua essência traduzida em “Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos”! Saiba mais em frisia.coop.br.
CRÉDITOS: Ascom Cooperativa Frísia.
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07/04/2026
30 anos do Prodecer III: A saga dos pioneiros
Em 1996, 41 produtores iniciaram em Pedro Afonso um desafio que parecia maior que o próprio Cerrado: transformar terras até então pouco exploradas em lavouras produtivas. Três décadas depois, o município colhe os frutos de um dos maiores acordos de cooperação internacional já firmados entre Brasil e Japão, o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer III).
A terceira fase do programa consolidou-se no Tocantins como marco da modernização agrícola. Financiado pelos governos brasileiro e japonês, por meio da Japan International Cooperation Agency (JICA), além de bancos privados japoneses, o projeto contou com investimento total de cerca de US$ 850 milhões.
O objetivo era claro: desenvolver agricultura de alta tecnologia no Cerrado, ampliar a produção de soja e grãos e estruturar um modelo baseado em crédito, tecnologia e cooperativismo — o chamado “tripé de sustentação”.
Desafios dos pioneiros
Dos 41 produtores selecionados, incluindo uma cooperativa, seis já atuavam no Tocantins: João Damasceno de Sá Filho, Euid Eduardo de Moura, Sílvio Espedito Sandri, Pedro Afonso Oliveira Tavares, Gilberto Sobreira e Antônio Milhomem de Castro. Os demais (relação completa ao final da matéria) vieram de outros quatro estados — Minas Gerais (17), São Paulo (13), Goiás (3) e Paraná (3) —, atraídos por um modelo de assentamento dirigido que exigia investimento próprio (10% do capital) e disposição para começar do zero.
O engenheiro agrônomo Pedro Afonso Oliveira Tavares, de família tradicional família pedroafonsina, conheceu o projeto ainda em 1991, quando trabalhava na Secretaria Estadual da Agricultura, em Palmas (TO). “Fiquei animado para fazer parte de algo que poderia transformar o Tocantins em um grande celeiro de alimentos”, relembra.
Selecionado pela Companhia de Promoção Agrícola (CAMPO), braço técnico responsável por executar o programa em parceria com a Brasagro (Brasil) e a Jadeco (Japão), mudou-se para Pedro Afonso em 1996. No lote 14, implantou 435 hectares de soja, além de milho, feijão irrigado e fruticultura tropical.
Pedro Afonso Tavares lembra que o grupo de agricultores enfrentou muitos obstáculos, sendo um dos principais um impasse judicial com o Banco do Brasil após a interrupção de financiamentos. A disputa se arrasta há quase três décadas. “Apesar disso, seguimos em frente graças à união dos produtores, que buscaram crédito em outras fontes”, afirma.
Cara e coragem
Assim como a dos demais produtores, a história de Mário Hiroshi Okuyama, natural de Sábaudia, no Paraná, é marcada por sacrifício e aposta no futuro. Ele trabalhava no Japão quando surgiu a oportunidade de integrar o projeto. “Foi tudo experiência. Aprendemos mais na prática do que na escola”, resume.
Ele lembra das dificuldades de comunicação, quando celulares eram raridade, e da adaptação da família ao interior. “Chegamos sem conhecer ninguém. Hoje temos amizade nos quatro cantos da cidade”, revela, lembrando que suas três filhas nasceram aqui e a mais velha, a agrônoma Érica, já trabalha com ele na propriedade.
Para o mineiro de Patos de Minas, Márcio Donizete José da Silva, o impacto inicial foi a falta de estrutura urbana. “A cidade era pequena, com poucos recursos. Pegamos o cerrado em pé e começamos do zero: desmatar, corrigir o solo, implantar o plantio direto. Era um desafio enorme”, relembra.
Segundo ele, o Prodecer III mudou não só a vida financeira dos colonos, mas toda a dinâmica regional. “Onde o Prodecer chega, chega o progresso”, afirma o produtor, que tinha 29 anos quando chegou a Pedro Afonso e era o mais jovem dos colonos.
Transformação econômica
Os números confirmam a percepção dos pioneiros. A área plantada no Tocantins tem apresentado um crescimento expressivo e linear nas últimas décadas, saltando de menos de 300 mil hectares na safra 2000/2001 para uma estimativa de 2,57 milhões de hectares na safra 2025/2026, um aumento de mais de 400%. A soja é a principal cultura, com previsão de alcançar 1,68 milhão de hectares na atual safra.
O município de Pedro Afonso passou a integrar a rota das grandes tradings internacionais. A instalação de agroindústrias, como a unidade da BP Bunge no município, consolidou o perfil agroindustrial local. O que antes era Cerrado improdutivo tornou-se área valorizada e estratégica para a exportação de grãos. “Transformamos cerrado bruto em lavoura produtiva”, resume Márcio Donizete.
Legado coletivo
Além da produção, os colonos destacam o espírito de cooperação. A criação da Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (COAPA) para agregar os agricultores é apontada como um dos momentos mais marcantes. “Viramos praticamente uma família”, afirma Márcio Donizete.
Trinta anos depois, Pedro Afonso não é apenas um polo agrícola. Tornou-se símbolo de um modelo que uniu tecnologia, crédito estruturado e a perseverança de produtores brasileiros. “O Prodecer III foi importantíssimo para o desenvolvimento do município e do Estado”, diz Pedro Afonso. “Com trabalho e tecnologia, produzimos alimentos, riquezas e progresso”, conclui.
Lote
Colono
Cidade de origem
1
Fulgêncio Branquinho de Oliveira
Unaí (MG)
2
João Damasceno de Sá Filho
Pedro Afonso (TO)
3
Gilberto Caixeta Borges
Paracatu (MG)
4
Manoel Albino Coelho de Miranda
Campinas (SP)
5
Roberto Yoshio Furukawa
Assaí - Paraná
6
COOPERSAN
São João da Boa Vista (SP)
7
João Gabriel da Costa Noronha
São João da Boa Vista (SP)
8
Marco Balsalobre
São Paulo (SP)
9
Denis de Campos Bernardes
Rio Verde (GO)
10
Luiz Alvino / Edson Auriema
São Paulo (SP)
11
Silvio Espedito Sandri
Pedro Afonso (TO)
12
Marcio Donizete José da Silva
Patos de Minas (MG)
13
Gilberto Sobreira
Pedro Afonso (TO)
14
Pedro Afonso de Oliveira Tavares
Pedro Afonso (TO)
15
Antônio Milhomem de Castro
Palmas (TO)
16
Carlos Vanderlei Figueira
Ibiporã (PR)
17
Elton Valdir Schmitz
Paracatu (MG)
18
Alessandro Vírgílio Zarone
Buritis (MG)
19
Silvio Peres Rodrigues
Unaí (MG)
20
Jacy Luiz da Costa
São Paulo (SP)
21
José Francisco Amaral
Muriaé (MG)
22
Ricardo Benedito Khouri
Taubaté (SP)
23
Leandro de Lima Teixeira
São João da Boa Vista (SP)
24
Cristina Carvalho de Oliveira
São João da Boa Vista (SP)
25
Evanis Roberto Lopes
Patos de Minas (MG)
26
Luiz Carlos de Lima Teixeira
São João da Boa Vista (SP)
27
Glauro Rodrigues da Silva
Unaí (MG)
28
Wilson José de Oliveira
Patrocínio (MG)
29
Arthur Hordones
Pratinha (MG)
30
Antônio Alexandre Bizão
Rio Verde (GO)
31
José Tarcizio Borges
Coromandel (MG)
32
Edmar Corrêa de Oliveira
Paracatu (MG)
33
Francisco Gonzaga Reis
São Paulo (SP)
34
José Guilherme Paggiaro
São João da Boa Vista (SP)
35
Francisco José Moura de Mendonça
Patos de Minas (MG)
36
Leonardo Queiroz Marques
Patos de Minas (MG)
37
Sebastião Antônio Diniz Nogueira
Rio Verde (GO)
38
Mário Hiroshi Okuyama
Sabáudia (PR|)
39
Claúdio Siqueira
Paracatu (MG)
40
Euid Eduardo de Moura
Pedro Afonso (TO)
41
Jorge Luiz Maronezzi
Monte Carmelo (MG)
Créditos: COOPERATIVA AGROINDUSTRIAL DO TOCANTINS (COAPA).
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18/03/2026
Workshop reúne OCEs para mapear uso de inteligência artificial
O Sistema OCB realizou na sexta-feira (6), em Brasília, o Workshop de Mapeamento de Soluções de Inteligência Artificial com Pontos Focais das Organizações Estaduais do Cooperativismo (OCEs). O encontro discutiu o uso estratégico da tecnologia nos nas unidades do cooperativismo em todo o Brasil. A iniciativa integra o Plano Institucional de Uso de Inteligência Artificial, que busca, ao mesmo tempo, ampliar o conhecimento sobre a tecnologia entre os colaboradores e levantar um diagnóstico nacional sobre o nível de adoção de ferramentas de IA no cooperativismo. A proposta do encontro foi promover um momento de escuta ativa, alinhamento conceitual e construção coletiva de oportunidades de aplicação da tecnologia nas rotinas de trabalho das organizações. Durante as atividades, os participantes compartilharam experiências, levantaram desafios e discutiram caminhos para incorporar soluções baseadas em inteligência artificial de forma estruturada e responsável. Um dos principais pontos abordados ao longo do workshop foi a abordagem metodológica para adoção da tecnologia. A mensagem central foi de que a implementação de IA não deve começar pela escolha de ferramentas tecnológicas, mas pela compreensão detalhada dos processos organizacionais. Nesse sentido, os debates destacaram a importância de mapear fluxos de trabalho já existentes, identificar gargalos operacionais, compreender as principais necessidades das equipes e, somente a partir desse diagnóstico, avaliar quais etapas poderiam se beneficiar de automação ou apoio analítico. A proposta busca evitar um problema comum em iniciativas de inteligência artificial: a adoção de soluções tecnológicas sem um diagnóstico claro dos processos. Quando isso ocorre, é frequente que projetos avancem até a fase de protótipos, mas não se consolidem como soluções efetivas no dia a dia das organizações. Durante o encontro, os participantes também foram estimulados a refletir sobre o papel da tecnologia como instrumento de melhoria de processos. A inteligência artificial foi apresentada como uma ferramenta capaz de ampliar eficiência e apoiar a tomada de decisão, desde que aplicada sobre atividades com objetivos bem definidos e estrutura operacional clara. A programação incluiu dinâmicas de trabalho colaborativas, nas quais os representantes das OCEs puderam analisar rotinas institucionais, identificar oportunidades de aprimoramento e discutir possíveis frentes de inovação que possam ser exploradas futuramente no Sistema. O workshop integra o projeto de construção do Plano Institucional de Uso de Inteligência Artificial do Sistema OCB, iniciativa que será desenvolvida ao longo de 2026 com a participação das unidades estaduais. Nesse processo, os pontos focais terão papel importante no acompanhamento das discussões técnicas e no compartilhamento de informações sobre iniciativas e necessidades identificadas nos estados.
“O objetivo é entender como as organizações estaduais já utilizam ou pretendem utilizar inteligência artificial em suas rotinas e, a partir disso, estruturar um plano consistente para o Sistema OCB. Estamos falando de uma tecnologia com enorme potencial para aumentar eficiência, apoiar decisões e qualificar ainda mais nossos serviços.” destacou o coordenador do projeto e gerente geral do Sescoop, Ivan Mafra. Fonte: Sistema OCB
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